Dentro das 4 linhas, do tanto que vi, algumas impressões e poucas conclusões. A mais evidente é que a África do Sul é um time bastante limitado, que com os dois desfalques advindos das expulsões se torna a primeira candidata séria a ficar pela primeira fase. Já o México mostrou organização, aplicação e velocidade, não chegando, no entanto, a empolgar no quesito criatividade e não conseguindo efetividade ofensiva capaz de dar à partida números mais condizentes com a sua superioridade.
A impressão maior fica por conta de uma certa mesmice que parece grassar atualmente no futebol. Todo mundo joga meio parecido, com maior ou menor competência; a sensação é que sempre está se vendo mais ou menos o mesmo campeonato. Tomara que os próximos 103 jogos venham me convencer do contrário.
Em tempo: aplausos efusivos para a torcida mexicana, que fez a festa à altura da grandeza desse povo esplendoroso. Ainda que bem mais embranquecida que as lembranças das ruas que por lá andei.
Fernando Szegeri
4 comentários:
Pressão alta. Futebol virou isso.
Boa reflexão , Fê. parece que todo mundo cumpre um jeito de jogar. Os africanos que sempre foram dissidentis também estão meio amarrados em um padrão de jogo. Agora , viram o canto deles na chegada a oestádio? foi lindo!
Que beleza voltar a ler sobre futebol segundo seu ponto de vista. A) Bruno Ribeiro
Voltou por sua causa.
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